22 maio 2006

Liberdade e bom-senso

In this letter to Hayek dated May 18, 1979, Margaret Thatcher, recently elected prime minister of Great Britain, acknowledges her intellectual debt to Hayek and indicates that her government intends to put his ideas into action. [Via Bodegas]
Serve o presente post para criticar o portuguesíssimo "bom senso", essa putativa "qualidade" lusa que nos impede de assumir com clareza as rupturas de que o país necessita. No século XVI, os homens dotados de "bom-senso" foram eternizados por Luís de Camões, na figura dos "Velhos do Restelo". Hoje, são muitos os que apontam às ideias liberais a ausência de "bom-senso", porque representam, em alguns planos, uma ruptura significativa face aquilo que é o mainstream. O "bom-senso", na vida, é necessário, mas não deve apresentar-se como contraponto das ideias, nem como forma de as desvalorizar. De contrário, apenas funciona como arma nas mãos dos fracos e dos inimigos da liberdade. Rodrigo Adão da Fonseca [post inicialmente publicado n'O Insurgente]

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