07 agosto 2006

Sobre os cientistas políticos que medem a pureza do liberalismo

O Tiago Mendes, na Mão Invisível, qual cientista fechado no laboratório, decide medir o "liberalismo" do Adolfo Mesquita Nunes e, ainda, fabricar frases recheadas de conteúdo, como esta:
Mas, compreendam, para o campeonato do "liberal puro", nunca é demais puxar da cartilha Miseana-Hayekiana.
Caro Tiago, nessa tua cartilha analítica, em que Mises e Hayek assumem a forma dita "liberal pura", onde colocarias Murray Rothbard? E Israel Kirzner? E Bauer? E Buchanan? E Sowell? E Friedman? São todos "liberais puros"? E será que Strauss também pode ser considerado um "liberal puro"? Qual é o critério de pureza? Pessoalmente, vejo-te excessivamente preocupado com os rótulos, na catalogação e compartimentação das ideias, e pouco afoito na discussão do seu conteúdo. Frases como a que escreves aqui servem apenas para estigmatizar, e não contribuem para nenhum debate. Rodrigo Adão da Fonseca

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