No luxury and no comfort, no delight and no pleasure, no new liberty and no new discovery, no praise and no flattery, which we may enjoy on our journey, will mean anything to us if we have forgotten the purpose of our travels, and the end of our labours. Isaiah Berlin
27 Fevereiro 2006
Como se fossemos todos muito burros
Racismo no futebol
Parabéns ao Insurgente
25 Fevereiro 2006
24 Fevereiro 2006
Os blogues são como os tamagochis...
23 Fevereiro 2006
Ia fazer um post ...
22 Fevereiro 2006
20 Fevereiro 2006
Por uma gestão da Saúde que defina os incentivos correctos
18 Fevereiro 2006
Blue Lounge recomenda
Anime Weekend e outras vertentes da cultura japonesa, este fim-de-semana em Aveiro.
Rodrigo Adão da Fonseca
17 Fevereiro 2006
Manias do RAF
16 Fevereiro 2006
Mulheres e Política
Não me desenhem mais ...
António Caetano DN Jovem Retratos Urbanos Revista 6.ª (DN de 10 de Fevereiro de 2006)« (...) O povo adora expressar-se quando ninguém lhes pede uma opinião, mas quando esta é precisa, ele recolhe-se para a sua toca (...)» «(...) Um dia que comece com uma conversa facilmente se torna amargo. É preciso ir acordando, derreter lentamente enquanto o dia aquece (...)».
Vá lá, decidam-se ...
15 Fevereiro 2006
Contraditório - sobre o papel das mulheres
O Blue Lounge festeja

Rodrigo Adão da Fonseca
Blue Painting: João Figueiredo
Blue Monday
O Blue Lounge não esquece
14 Fevereiro 2006
Porque são as ideias os pilares das Civilizações - II
Nos últimos anos ocorreu «(...) por todo o mundo um consenso notável quanto à legitimidade da democracia liberal como sistema de governo, à medida que esta triunfava sobre ideologias rivais, como a monarquia hereditária, o fascismo e, mais recentemente, o comunismo. Mais do que isso, porém, eu defendi que a democracia liberal poderia constituir o “ponto terminal da evolução ideológica da humanidade” e a “forma final de governo humano” e, como tal, constituiria “o fim da história”. Isto é, enquanto anteriores formas de governo eram caracterizadas por graves imperfeições e irracionalidades, que conduziram ao seu eventual colapso, a democracia liberal estava comprovadamente livre dessas contradições internas fundamentais (…)»; tal não significava que para Fukuyama estas mesmas democracias «(...) estivessem livres de injustiças ou graves problemas sociais (…)», as quais seriam, no entanto, «(…) mais o produto de uma incompleta aplicação dos princípios gémeos da liberdade e da igualdade, em que a democracia moderna se fundamenta, do que defeitos intrínsecos dos próprios princípios (…)» o que certamente não acontecia relativamente a outro tipo de regimes.Com o fim da Guerra-Fria, Marx teria sido derrotado por Hegel, e a locomotiva da história estaria, deste modo, no aconchego da estação terminal. Fukuyama rejubilava, recomendando que o mundo ocidental se concentrasse apenas no aperfeiçoamento do modelo capitalista vencedor. Fukuyama dava o mote. Todo o Ocidente se concentrou no seu próprio progresso. Em 2000, no advento do novo milénio, Salman Rushdie descrevia, de uma forma deliciosamente feliz, o ambiente reinante numa Nova-Iorque efervescente e despreocupada:
«(...) A cidade fervilhava de dinheiro. Rendas e bens imóveis nunca tinham sido tão elevados e, na indústria do vestuário, havia a convicção generalizada de que a moda nunca estivera tão na moda. A todas as horas abriam novos restaurantes. Lojas, empresas concessionárias e galerias suavam com o esforço de satisfazer a procura em flecha de produtos cada vez mais exóticos: azeites de edição limitada, saca–rolhas de trezentos dólares, Humvee de fabrico personalizado, o mais recente software antivírus, serviços de acompanhamento que incluíam contorcionistas e gémeas, instalações de vídeo, arte marginal, écharpes levíssimas feitas de penugem da queixada de cabras monteses. Eram tantas as pessoas a remodelar apartamentos que as provisões de aplicações e de mobiliário de alta qualidade eram disputadíssimas. Havia listas de espera para banheiras, puxadores, madeiras de lei de importação, lareiras a imitar o antigo, bidés, lajes de mármore. Apesar das recentes quedas do valor do índice de Nasdaq e do valor das acções da Amazon, a nova tecnologia tinha a cidade na mão: continuavam a debater–se os arranques (aqui dever-se-ia ter mantido a expressão original, “start–ups” que, sendo um estrangeirismo, é utilizado com frequência na gíria da gestão), as OPA’s, a interactividade, o futuro inimaginável que tinha agora mesmo começado a começar. O futuro era um casino, e toda a gente jogava, e toda a gente esperava ganhar (...)». [Descrição do modus vivendi nova–iorquino no início do Outono de 2000; «Fúria», de Salman Rushdie,Publicações D. Quixote, 2001]Jean-Marie Domenach (citado por Guilherme d’Oliveira Martins in «Educação ou Barbárie», 1998, Gradiva), dizia: «(…) uma sociedade que se entrega ao frenesim do consumo torna–se escrava de uma fatalidade mais perturbante e mais terrível do que a outra que pesava sobre as épocas de penúria (…)». Vaticinava–se já, trinta anos antes, avant la letre, o que seria o início do séc. XXI: um período de recessão económica e de medo. Rodrigo Adão da Fonseca (continua)
Porque são as ideias os pilares das Civilizações - I
Austria at Arco 2006
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Desafio «O Essencial»
Blue Lounge Recomenda
13 Fevereiro 2006
Sobre o Eixo Lisboa-Cascais
Sobre a OPA da SONAE e a avaliação do management da PT feita pelo mercado
Mário Soares, o monarca da dinastia MUD
Sorry?
Freitas do Amaral: «As agressões do Ocidente ao Oriente têm sido maiores que as agressões deles contra nós».Caro Rui, deves ter ouvido mal. Achas que Freitas do Amaral algum dia faria semelhantes afirmações? Só se tivesse perdido o juízo. Um frase destas, a ser verdade, já teria dado lugar a uma demissão liminar. Ambos estamos a ouvir muito mal, meu amigo. Rodrigo Adão da Fonseca Nota: JPP também acha que ouviu. O João Miranda idem (e até faz link para a RTP). Será que afinal ouvimos bem e ninguém foi ainda demitido?
11 Fevereiro 2006
Choque de Civilizações e subalternização das mulheres
Back to the 80's
10 Fevereiro 2006
A triste agonia do Semiramis
Até onde for preciso, com proporcionalidade e adequação
Duplo mortal encarpado
E agora ao contrário Um muçulmano aceitar a publicação dos cartoons de Maomé, quando tal é impensável na sua civilização, só porque isso é perfeitamente normal na nossa, não seria uma demonstração de «um inaceitável relativismo moral»?Não. O conceito de «Relativismo Moral» andará próximo da defesa simultânea de um valor e de contradições que o anulam, tentando encontrar coerência - impossível pelas suas premissas - a partir de «especificidades culturais» e «conceitos de normalidade». Rodrigo Adão da Fonseca
ARCO 2006: Ana Cristina Leite

Pintura acrílica, dibujo al carboncillo y resina sobre DM
Rodrigo Adão da Fonseca
ARCO 2006: Rita Magalhães
Drust lambda (edition of 5) 100 x 70 cm 2005
Rodrigo Adão da Fonseca
09 Fevereiro 2006
Exmo. Sr. Professor Doutor MNE
Não é rico quem tem um milhão de euros, se não tiver onde os gastar
Potências nucleares com intenções «medicinais»
09 Fevereiro 2006 fins pacíficos Neste agradável cenário, são obviamente de manter as gentilezas com que a Europa tem lidado com o programa nuclear do Irão e insistir na via do diálogo. Chirac, Solana e Freitas do Amaral hão-de certamente dar conta do recado. Até porque, como já garantiram as credíveis autoridades daquele país, o programa destina-se a fins pacíficos, humanitários até. Quem sabe, medicinais? Provavelmente, para «tratar da saúde» ao maior número possível de pessoal.
08 Fevereiro 2006
A força das ideias e da iniciativa
07 Fevereiro 2006
Choque de Civilizações (fim da saga)
06 Fevereiro 2006
Com sorte, o Jorge Sampaio ainda te orienta uma medalhazinha...
Caro Gabriel,
Podes fazer uma apologia demagógica da liberdade, colocar entre aspas aquilo que são os pressupostos essenciais para que ela seja efectiva, podes ainda postar uma foto do Chamberlain. Agora, descendo à terra pergunto-te: defendes que «a liberdade é um valor absoluto» (o que é duvidoso, até numa perspectiva liberal; Berlin e Hayek, entre outros, aceitam algumas restrições à liberdade - mas não a sua supressão - para salvaguarda da segurança e da própria liberdade). Por isso gostava de saber: até onde vais em defesa da liberdade? Estás disposto a morrer em prol da liberdade de expressão de uns jornalistas extremistas nórdicos, de inspiração duvidosa? Achas que com essa defesa «intransigente» vamos conseguir defender o nosso modo de vida e a liberdade que atingimos no mundo ocidental? «Desbaratando-a» e «esfregando-a» na cara de sociedades que não compreendem a nossa civilização e os nossos valores? E estamos preparados para arcar com os custos de uma escalada de terrorismo e quiçá outro tipo de represálias? Será que estamos bem estruturados para acompanhar todo este desfraldar da bandeira da Dinamarca?
Desculpa, mas vocês parecem todos os soldadinhos de chumbo de Andersen, em defesa do Reino da Dinamarca ...
Porque, como defendi aqui, não é livre quem quer, mas quem pode...
Rodrigo Adão da Fonseca
Liberdade Negativa V Poder
Nota prévia: Este texto causou as mais variadas reacções; penso que faz sentido desenvolvê-lo, aprofundando alguns conceitos que estavam apenas implícitos no post Liberdade de Expressão, Tolerância e Segurança. Assim, e desde já, esclareço que censuro em toda a linha a atitude assumida por muitos islamitas, porque sou liminarmente contra a violência e a intolerância; para que não haja dúvidas, não me confundo com os que se misturam no melting pot do multiculturalismo. Agora, pergunto: fora do mundo virtual ou mediático, todos os heróis da blogosfera e da imprensa, que têm subscrito textos emocionados, defensores da liberdade de expressão, do «sim ou sopas», estão disponíveis para enfrentar pessoalmente as consequências de um confronto directo com o Islão? Ao contrário dos EUA, que sabem bem que a liberdade tem um preço, e estão dispostos – como já demonstraram – a defendê-la (apesar de todos os erros que são sobejamente conhecidos), está a Europa preparada para acarretar com os custos associados a toda esta onda de afirmação da superioridade dos nossos valores? O post que se segue explica as noções de Poder e Liberdade implícitas no meu texto anterior e que suportam a minha posição.Desde os anos sessenta que na Europa se concebe o Poder como algo institucionalizado, cuja fonte radica no consentimento ou no reconhecimento daqueles que o exercem (na linha de Hannah Arendt). Na nossa cultura recente, habituámo-nos a ver os valores como sendo conciliáveis entre si, pelas grelhas da tolerância e da liberdade negativa: o Ocidente - sobretudo a Europa - afastou-se das concepções tradicionais de Hobbes, Weber ou Dahl, fortemente criticadas nos últimos cinquenta anos por apenas apresentarem um mundo de preferências opostas, em tensão, onde os antagonismos se dirimem mediante predomínio de «uma» sobre a «outra». O Ocidente, nos limites da sua Civilização, tem conseguido compatibilizar os valores essenciais da liberdade e da tolerância, retirando uma boa parte do atrito que necessariamente se gera quando procuramos conciliá-los. Só que a forma como hoje encaramos as relações de Poder – como carecendo de consentimento e reconhecimento institucional, maxime império da lei, e consensual na salvaguarda de certos valores, os «nossos» (na linha de Hannah Arendt) – não é replicável no modo como interagimos com sociedades cujo estádio civilizacional é assumidamente próximo do estado-natureza hobbesiano (tendo sido isso que procurei explicar, com os meus exemplos, aqui). Ora, uma boa parte da blogosfera tem analisado toda esta questão seguindo o prisma de Giddens, partindo da ideia que nesta questão as visões e as concepções sobre a noção de «Poder» - e os valores que estão subjacentes a cada Civilização - são conciliáveis (só que não são, pois a teocracia em que vivem hoje diversos países de religião islâmica não subscrevem os valores estruturais do pensamento ocidental); outra parte, parece ignorar que a afirmação liminar da liberdade de expressão neste contexto pode ter um custo elevado (e digo isto porque tenho dúvidas que a maioria queira pessoalmente assumir esse encargo). Num mundo em que as relações de Poder com o mundo islâmico são, face ao gap civilizacional, regidas pelos conceitos de Hobbes, não basta querer ser livre, consentir nessa liberdade: é preciso Poder (no sentido tradicional) para o ser. Aqui fazem sentido as palavras de Weber, claramente inspirado em Hobbes: power «(...) is the probability that one actor within a (...) relationship will be in a position to carry out his own will despite resistance». A afirmação da nossa liberdade, neste quadro, tem um preço adicional. Que passa, também – e esperemos que não muito mais do que isso – por restringir conjunturalmente a nossa esfera de liberdade negativa (na linha do que afirma I. Berlin). Para salvaguarda da nossa Segurança e da Paz. Pois sem estes dois pilares, não há liberdade que possa ser efectivamente vivida. Rodrigo Adão da Fonseca
05 Fevereiro 2006
Liberdade de Expressão, Tolerância e Segurança
04 Fevereiro 2006
03 Fevereiro 2006
O neo-liberalismo e a ideia de cooperação
Sendo certo que o liberalismo reconhece a finitude e a precariedade da existência humana e a dimensão trágica que isso comporta na vida de cada indivíduo, daí retira um primeiro postulado: que os seres humanos devem conduzir as suas precárias existências dentro do princípio da máxima liberdade possível, isto é, que não tenham entraves ao desenvolvimento das suas vidas senão os ditados pela própria liberdade alheia. Mas, sabendo que a alma humana não tende naturalmente para a filantropia, sabe que o princípio no relacionamento humano é o da cooperação em vista a fins benéficos comuns. Por isso, quanto menos intermediários existirem, sendo que o Estado mais não é do que um intermediário com interesses próprios a agir em causa alheia, melhor poderão compor os seus interesses e obter resultados de soma mais positiva para as partes. Isto é, ninguém melhor do que os próprios interessados, para comporem os seus devidos interesses, La Palice puro.Esta visão, na minha perspectiva, é redutora, porque limita a ideia de cooperação à mera prossecução da segurança e à consciência que por esta via se promove a composição de interesses que melhor serve o indivíduo concretamente considerado. Esta abordagem, claramente hobbesiana, parte de premissas que são correctas: a) a cooperação entre os indivíduos sem intermediações artificiais i) promove a segurança e ii) uma adequada composição dos interesses ao serviço dos indivíduos; b) sendo fonte de redução de conflitos. Algumas das novas correntes liberais vão um pouco mais além; sem cair no optimismo que ignora as limitações que encerra a natureza humana, promove o seu lado mais positivo. É o que ocorre, v.g., naquilo que é central no pensamento de Israel Kizner: o «seu» empreendedorismo é a transposição para a doutrina económica, pode dizer-se uma síntese, das ideias de iniciativa, cooperação e não intermediação; procura-se libertar os indivíduos e a sua criatividade em busca da sua realização. A essência da economia de mercado na América – e isso dá-lhe uma faceta neo-liberal – assenta na confiança que existe entre os cidadãos e os agentes económicos, fonte de redução dos chamados custos de transacção, de inovação nas diversas formas de cooperação, inviáveis em sociedades, digamos, mais «desconfiadas» (de que a Google é o expoente máximo, mas não único). Daí que hoje, nas economias modernas, a cooperação, a iniciativa, a confiança entre os agentes, a desintermediação e a desburocratização sejam pilares essenciais do funcionamento dos mercados eficientes, dos mercados que estão ao serviço dos indivíduos concretamente considerados. Rodrigo Adão da Fonseca
Alteração da «linha editorial» do Blue Lounge
O mito das Origens?
Coisas que se dizem e escrevem e que me levam a não me rever na Direita (act.)
«Se a minha bandeira fosse pisada ou queimada por fundamentalistas, sentir-me-ia orgulhoso. Se não despertarmos ódio num fanático, estaremos a fazer qualquer coisa de errado. O ódio pode ser um bom sinal. Sinal da nossa força. Sinal da fraqueza alheia.»
Também via O Acidental, leio ainda que o deputado Nuno Melo, do CDS-PP, não percebe que algumas piadas que circulam por correio electrónico e SMS não são argumentos políticos:
“Se formos rigorosos, o Código Civil permite que os homossexuais se casem, desde que seja com uma pessoa de sexo diferente.”
Pergunto-me que rumo quer a nova direita em Portugal... Rodrigo Adão da Fonseca
02 Fevereiro 2006
Entidade Reguladora para a Comunicação Social - II
Gabriel, A independência radica nas pessoas, e não na forma como são nomeados. Sendo indigitados pelo Parlamento, obviamente teria de haver um «cozinhado». Ou parece que não conheces o tipo de deputados que temos? Vão para o WC e enquanto infestam aquilo para deixar o VPV cheio de náuseas combinam tudo. No fim, e antes de as lavarem, dão um aperto de mão. Depois, com o sabão, esfregam-nas bem. É o que se chama um acordo limpinho! Mas isso não retira que Azeredo Lopes seja uma belíssima solução. Do que conheço dele - e nisso devias ficar satisfeito - a sua independência só fica abalada quando se fala do Boavista, aquele clube de jogadores tecnicistas! Um abraço, Rodrigo Adão da FonsecaCaro Rodrigo,
Não vejo a coisa como «fait divers». Uma entidade que deveria ser independente e ter total autonomia para escolher o seu 5.º elemento, e que em violação da lei, por prescrição central não o faz, deixa de ser e nasce sem ser independente. O que entendo como grave, dadas as funções para que foi estabelecida.
Como referi, tenho também boa impressão da pessoa em causa, que foi além disso um, dos poucos, bons professores que tive. Não é isso que está em causa. Mas a aceitar presidir, nestas circunstâncias, a tal orgão, não só prejudicará a função do mesmo, como, será «conivente» com uma forma de actuar que julgo, etica e politicamente reprovável.
Sobre os limites da tolerância
Big Brother V Eficiência Fiscal
Não é preciso instituir. Já está instituída. Não imaginas a quantidade de informação que já hoje é reportada à Administração Fiscal. Dá uma olhadela aqui. Do contribuinte e de terceiros. Um abraço, Rodrigo Adão da Fonseca«Porque não (...) instituir a comunicação obrigatória, automática, instantânea e informatizada das transacções comerciais mais importantes?»
Entidade Reguladora para a Comunicação Social
Sobre o reconhecimento civil (estatal) das uniões homossexuais
01 Fevereiro 2006
«That number is a part of me»
Rodrigo Adão da Fonseca«The number is a part of me» (ver o depoimento de Helena Jockel)
Helena Jockel loved the bright, friendly students she taught at a Jewish elementary school in occupied Hungary. But her world ended when the Nazis evacuated the town's Jewish ghetto in 1944. In this CBC Television clip, the Halifax resident says that, a half-century later, she remembers the names of all 28 students who rode with her in a cattle car to an uncertain fate. "I hoped that I would be able to help them," she says, pausing, "And I never, ever was." Arriving at Auschwitz in Poland, Jockel and others were herded on to a ramp. There, Dr. Josef Mengele, "the chief selector," decided with a wave of his finger who lived and who died. It was humiliating to be reduced by a tattoo to number 16505 in the Nazi death machine, she says. "It never, ever came into my mind to get rid of that number. That number is a part of me, a part of my experience." Jockel also describes an encounter with a female SS soldier, the "beautiful music" of the Allies bombing the camp, her eventual liberation and why she will never return to Auschwitz.
Caro ENP, grande ideia!
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Bone-ace (jogo de cartas do séc.XVI C/ 4 cartas) 

