05 fevereiro 2007

Sempre a aprender

Afinal, não precisamos de lei para nada. Andamos todos a perder tempo. Segundo o Dr. Oliveira e Silva, obstreta a favor do "Sim" no P&C de hoje, os médicos, que se regem por elevados padrões éticos, não vão aceitar ser, e cito, "mandantes das mulheres" (imagino que pretendesse dizer, "mandatários", ou talvez, numa linguagem mais corrente, "mandados"); e, portanto, irão exigir à mulher uma decisão fundamentada. Às malvas com a pergunta, e com os projectos legislativos que visam regulamentar o aborto, ou até a sua despenalização. À consciência da mulher soma-se a do médico... Rodrigo Adão da Fonseca

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