25 janeiro 2010

Entrevista ao economista-chefe do Commerzbank

A Grécia está a ser pressionada pela UE para reduzir drasticamente o seu défice - a redução exigida é draconiana, de 4 pontos percentuais. A dada fase, o economista-chefe elogia o esforço da Irlanda, e coloca Portugal e Espanha na linha da Grécia, como sendo os que demonstram maior incapacidade para equilibrar os seus défices. O ponto da questão é claro: inflexibilidade do mercado laboral. Podemos continuar a ignorar a raiz do problema, até que sejamos forçados a actuar, por pressão do exterior, como está a acontecer à Grécia. A entrevista foi dada - "apenas" - ao canal CNBC.

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