08 janeiro 2006

Liberalismo, Globalização, e o desconhecimento total daquilo que são os pensadores da Escola Austríaca - Parte II

Do mesmo modo, pergunto-me em que obra de Hayek o João Galamba fundamenta este seu rasgo: «(...) Não há Homens Novos, impolutos, oprimidos pelo Estado, à espera da libertação (...), prontinhos para satisfazer as profecias redentoras (...) Hayekianas (...)». Hayek limitou-se a alertar para o risco de escravidão: se algo profetizou, foi o risco de subjugação do indivíduo perante o Estado. Hayek previu a escravidão; agora, nunca se assumiu como um Moisés nem afirmou ser portador dos Dez Mandamentos. Ver Hayek como um profeta, que preconiza um homem novo, é uma leitura muito particular do autor que, salvo demonstração em contrário, me parece abusiva. Por isso convido o João Galamba a fundamentar onde na obra de Hayek se profetizam teses redentoras e se apresentam Homens Novos e Impolutos. Rodrigo Adão da Fonseca

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