Viva o FCP!

Durante toda a época, os especialistas na ciência do futebolês enalteceram o excelente curriculum de Koeman (que o tem), a ausência de títulos de Co Adriaanse (um facto incontornável), alinharam no cosmolitismo bacoco de um Benfica que se deslumbrou com uma (merecida, mas algo fortuita) ida aos quartos-de-final da Champions, entre outras miopias. No final, a dobradinha representa a vitória, não de um treinador, nem sequer de um Presidente, mas de todo um clube, que depois ter chegado ao topo com José Mourinho, soube renovar-se, nos jogadores, na equipa técnica, retomando a vontade de ganhar. Hoje ganhou a ambição, a juventude, a busca da vitória, mas também o profissionalismo, a organização, o trabalho coerente - com momentos altos e alguns erros pelo caminho - de mais de duas décadas de um clube que está na vanguarda do futebol. Rodrigo Adão da Fonseca PS: Estou indignado com a possibilidade de não ver Ricardo Quaresma no Mundial de futebol. Portugal tem um seleccionador, certamente, mas que não é o dono da selecção: esta, supostamente, é de "todos nós". Não é possível que aquele que foi, a par de Lucho, o jogador mais valioso da Liga Portuguesa, demonstrando valor jogo após jogo, não vá à Alemanha; o mesmo digo de João Moutinho, que pode igualmente fazer muita falta, num meio campo sem ritmo. Se Scolari prefere fazer uma equipa com "vacas sagradas", então devia treinar a India...

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