No luxury and no comfort, no delight and no pleasure, no new liberty and no new discovery, no praise and no flattery, which we may enjoy on our journey, will mean anything to us if we have forgotten the purpose of our travels, and the end of our labours. Isaiah Berlin
O Paulo Querido, entre outras, denota uma forte dificuldade em compreender o âmbito das novas correntes de pensamento; talvez por persistir na visão dialéctica da "luta de classes", não distingue liberais de neoconservadores, o que não abona muito a favor de quem se orgulha ser detentor de tão vasto (e valioso) curriculo.«Descobri! Descobri mais alguém além de mim capaz de usar — e logo num título — a expressão maldita, "luta de classes". O meu herói é André Freire, que hoje tem no Público, link indisponível, um notável e imperdível artigo intitulado "as velhas desigualdades e a nova luta de classes". É um texto pertinente e fundamental para percebermos a embrulhada em que os dois terços de mando PSD deixaram o país económico e social. Saúda-se ainda, com uma menção especial, a publicação deste texto na edição de segunda-feira, em que o Público faz distribuir um encarte panfletário neo-con disfarçado de revista editorial».
Paulo Querido, Mas certamente que sim!