27 junho 2006

Espelho meu, espelho meu...

«Descobri! Descobri mais alguém além de mim capaz de usar — e logo num título — a expressão maldita, "luta de classes". O meu herói é André Freire, que hoje tem no Público, link indisponível, um notável e imperdível artigo intitulado "as velhas desigualdades e a nova luta de classes". É um texto pertinente e fundamental para percebermos a embrulhada em que os dois terços de mando PSD deixaram o país económico e social. Saúda-se ainda, com uma menção especial, a publicação deste texto na edição de segunda-feira, em que o Público faz distribuir um encarte panfletário neo-con disfarçado de revista editorial».

Paulo Querido, Mas certamente que sim!

O Paulo Querido, entre outras, denota uma forte dificuldade em compreender o âmbito das novas correntes de pensamento; talvez por persistir na visão dialéctica da "luta de classes", não distingue liberais de neoconservadores, o que não abona muito a favor de quem se orgulha ser detentor de tão vasto (e valioso) curriculo. Rodrigo Adão da Fonseca

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