06 novembro 2006

Blue Media: Christian Hoischen

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[W]hat the status is of the privileges and interests of those who are threatened by the possibility of climate change and of those who are threatened by proposed actions to mitigate it?

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[I]f one takes into account both the market’s potential for adapting to change and market-based policy alternatives, there is no reason for market liberals to be anything but open-minded toward ongoing developments in climate science, whether those developments, as they unfold, reveal indications or counter-indications of global warming.

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A ecologia e o ambientalismo têm assumido uma dimensão política, funcionando negativamente como muletas dos distintos socialismos, expressões anti-capitalistas, em vez de se cingirem ao que no fundo representam, a salvaguarda dos recursos naturais e do planeta. A discussão surge por isso enviesada, muito polarizada, e com alianças tácticas pouco claras.
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Recomenda-se o artigo de Edwin G. Dolan, "Science, Public Policy, and Global Warming: Rethinking the Market-Liberal Position", no The Cato Journal (Volume 26, Number 3, Fall 2006), onde se reflecte sobre o que poderia ser a leitura de Locke e Hayek perante as alterações climáticas e o aquecimento global. Uma posição liberal equidistante - longe do ambientalismo militante do "amor e uma cabana" e do capitalismo conservador que recusa as evidências até da boa ciência - a única que me parece capaz de encontrar respostas e equilíbrios para o desafio do crescimento económico e da preservação ambiental. Rodrigo Adão da Fonseca

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