23 novembro 2007

Ortodoxia musical

Feminismo pós-moderno A versão do feminismo que o Pedro Mexia mais aprecia é a das Sleater-Kinney. A minha é a das Cansei de Ser Sexy, sendo que num ou outro momento intelectualmente menos exigente me não importava de ser mandado por Jennifer Lopez. Mas claro que podemos chegar a um entendimento. Por exemplo, as Cansei de Ser Sexy a tocarem "I Wanna Be Your J.Lo", um mash de "Jennifer from the Block" (da senhora Lopez) e "I Wanna Be Your Joey Ramone" (das senhoras Kinney). Francisco Mendes da Silva, 31 da Armada
Falar de CSS é como citar Hayek ou Kirzner. Antes de o fazer, tens de te benzer. Caro FMS, um pouco de ortodoxia! "I wanna Be Your J.Lo" é razoável, mas só mesmo para fazer pontes com o "I wanna Be Your Joey Ramone". Pronto, reconheço que num dia menos exigente não me importava de ser mandado pela J. Lo. Ou pela Madonna. E que, para chegar a um entendimento, as CSS ajudam, no meu caso com a sua versão de "Hollywood", da dita dita signora (ainda assim, nesta onda de versões, prefiro "One Way or Another"). Agora, nada substitui a verdadeira ortodoxia musical, "Artbitch", "Alcohol" ou "Music is my hot hot sex". Não há que enganar! Rodrigo Adão da Fonseca

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